Adrian Adrian voltou pra casa no verão passado As coisas simplesmente não tem sido as mesmas por aqui As pessoas falam. As pessoas olham Oh, Adrian, venha para fora brincar Um infeliz acidente numa canoa O doutor disse: "Lamento, não há muito que eu possa fazer" O ar estava tão sossegado seus olhos não piscaram Oh, Adrian, venha para fora brincar A pequena Mary Epperson gostava dele Ela se comprometeu a sempre cuidar dele Ele ainda não se movia O doutor disse que é inútil Oh, Adrian, venha para fora brincar Ela sentou a seu lado e viu os anos voarem Ele parecia tão frágil, tão pequeno Ela se perguntava porque ele ainda estava vivo afinal Todos na cidade tinha aquela cara de "eu lamento" Eles falavam em um silêncio murmurado, diziam: "Eu desligaria as máquinas" Mas ainda assim ela sentava ao seu lado Dizia: "A vida não lhe será negada" Oh, Adrian, venha para fora brincar Flores amarelas decoram seu quarto Uma placa em cima da porta diz: Seja Bem-Vindo! Mas ele apenas senta e olha Ele está acordado mas não esta lá Oh, Adrian, venha para fora brincar Ela sentou a seu lado e viu os anos voarem Ele parecia tão frágil, tão pequeno Ela se perguntava porque ele ainda estava vivo afinal E a pequena Mary Epperson cresceu adorável Ela ainda vem visitá-lo aos domingos Ele é como um brinquedo defeituoso Tem mãos grandes, mas a mente de um garotinho Oh, Adrian, venha para fora brincar Adrian voltou pra casa no verão passado As coisas simplesmente não tem sido as mesmas por aqui