Corrientes, três, quatro, oito, segundo andar, elevador não há porteiros nem vizinhos, dentro do coquetel do amor Piso, que ponho Maple, piano, esteira e velador um telefonema que contesta, uma vitrola que chora, Velhos tangos de minha flor e um gato de porcelana que não mia de amor E tudo a meia luz é um feiticeiro do amor a meia luz os beijos, a meia luz os dois e tudo a meia luz, crepúsculo interior, que suave veludo da meia luz do amor Junco, doze, vinte e quatro, telefona sem temor de tarde chá com Maças, de noite tango e amor aos domingos chá dançantes, na segunda desolação. tem tudo na casinha almofadas, divãs com farmácias, coco, tapetes que não fazem barulho e mesa posta ao amor.