O fogo no céu está extinto As águas azuis não choram mais A dança das árvores parou O extremo da frescura dos ventos frios Não existem mais A chuva parou de gotejar Do céu Gotejamento ainda existe Das veias de um garoto perto da morte Uma vez teve ódio Uma vez teve frio Agora Há apenas Uma tumba negra Com um altas que Serve como uma cama Uma cama de sono eterno Os sonhos dos humanos no sono São sonhos de alívio Um portão fora do inferno No vácuo da morte Ainda perturbado No sono humano E um dia Será a tumba destrancada E a alma Deverá retornar para seu mundo Mas dessa vez Um espírito perdido e triste Condenado Para assustar Sem fim